O chamado “Lava-Prato da Trilha do Carrasco”, realizado em Cachoeira Grande, transformou-se na verdade, em “Trilha do Fiasco” um verdadeiro espetáculo de desrespeito e improviso político na região do Munim. Protagonizado de forma vergonhosa pelo prefeito de Morros, Paraíba, e pelo deputado estadual Osmar Filho, expôs não apenas a falta de organização, mas também a forma como ambos se lançaram como verdadeiros garotos-propaganda de uma festa marcada por irregularidades, invadindo um espaço que não lhes pertence.
Ao invés de respeitar as autoridades locais e a comunidade, a “desorganização” atropelou regras básicas de segurança e legalidade, pois não tinham licença para a realização do evento, pois nenhuma das polícias Civil e Militar concedeu a autorização. O que se viu foi a tentativa de impor uma estrutura sem respaldo legal, colocando em risco a ordem e ignorando completamente os protocolos exigidos.
Vale destacar que a Polícia Militar, em Cachoeira Grande, apenas cumpriu seu papel: exigir a documentação que é obrigatória para qualquer evento público. Sem licença, não havia como liberar a concentração na área, tampouco autorizar paredões tocando em praça pública. Mesmo assim, Paraíba e Osmar Filho insistiram em transformar a ocasião em palanque pessoal, desconsiderando as instituições responsáveis e a própria comunidade local.
Enquanto lideranças comprometidas com o desenvolvimento da região trabalham de fato para entregar obras e melhorias à população, outros preferem encenar, disputar espaço e posar como protagonistas em eventos frágeis, sem estrutura e sem legalidade. A “Trilha do Carrasco” acabou virando sinônimo de farsa, deixando claro que na região do Munim não há mais espaço para oportunismo político travestido de festa popular.