A regressão da humana!!! A decapitação virou rotina nos presídios brasileiros… Em Natal foram 26 decapitados

Homem vive numa regressão. A decapitação foi uma forma de execução durante a Idade Antiga e a Idade Média, uma forma cruel para tirar a vida de seus algozes. Na França, mais precisamente durante a Revolução Francesa, no século XVIII, a decapitação por meio da guilhotina… Atualmente, nos presídios brasileiros, a forma utilizada é mais cruel, brutal, covarde, desumana e bárbara, haja vista que cortam o pescoço da vítima, viva, com facões. A regressão humana vem sendo acentuada e traz uma reflexão profunda sobre esse fato: O homem não dá valor algum à vida humana, cujas atrocidades não são vistas apenas nos presídios, mas nos hospitais, nas escolas e na sociedade como um todo!!! Quanta tristeza…

A imagem acima retrata a barbárie que aconteceu num presídio de Natal, Rio Grande do Norte, onde assassinaram 26 presos, por decapitação!!!  

A Secretaria de Segurança do Rio Grande do Norte confirmou na noite deste domingo, 15, pelo menos 26 mortos em rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal. Inicialmente, a autoridade local havia informado 27 vítimas. O motim começou na noite de sábado, 14, e só foi controlado no início da manhã deste domingo, 15, com a entrada de policiais militares e agentes penitenciários no local.

Em coletiva de imprensa no final da manhã, o secretário de Estado da Justiça e da Cidadania do Rio Grande do Norte, Wallber Virgolino Ferreira da Silva, havia confirmado ao menos 10 mortos. Entretanto, o secretário foi informado por um agente penitenciário, na frente dos jornalistas, que 27 corpos já tinham sido encontrados. “Secretário, eu contei 27 troncos”, disse o servidor ao secretário diante de jornalistas e assessores. Wallber Virgolino não comentou o número.

Pelo menos seis homens, pertencentes à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), foram identificados como os responsáveis pela rebelião que destruiu parcialmente a penitenciária e o Pavilhão Rogério Coutinho Madruga. Eles serão transferidos para unidades penitenciárias estaduais ou federais.

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