JUCÁ, QUE QUERIA ESTANCAR A SANGRIA, É O NOVO LÍDER DE TEMER. FAZ SENTIDO

Fabio Rodrigues Pozzebom

Michel Temer confirmou, neste sábado, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) como o novo líder do seu governo; Jucá se notabilizou ao ser gravado por Sergio Machado dizendo ser necessário promover um golpe contra a democracia brasileira, derrubando a presidente eleita Dilma Rousseff, para estancar a sangria da Lava Jato; até agora, Temer já indicou seu ex-ministro Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal e o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), aliado de Eduardo Cunha, como ministro da Justiça; Jucá era a peça que faltava na “suruba” brasileira – a propósito: Jucá também disse que a “suruba” do foro privilegiado deveria ser para todos.

Michel Temer confirmou, neste sábado (4), que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) será o novo líder do governo no Senado. O parlamentar foi o mesmo que disse ser preciso “estancar a sangria”, em referência à troca de governo, para barrar os efeitos da Operação Lava Jato. O dialogo com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado foi divulgado no primeiro semestre do ano passado.

Em fevereiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de novo inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AM) e Machado justamente pela suspeita de obstruir as investigações da Lava Jato.

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