Para vencer a eleição de prefeito de São Luís em 2020, o então deputado federal Eduardo Braide teve a ajuda fundamental de setores da imprensa, do segmento político que não se atrelou aos ordenamentos do Palácio dos Leões (que bancou o candidato governista Duarte Júnior), do apoio dos senadores Weverton Rocha e a militância do PDT, da senadora Eliziane Gama, com a ajuda divina das igrejas evangélicas e do senador Roberto Rocha, com influência junto aos bolsonaristas.
E o que fez Braide depois de eleito? Afastou do seu convívio a ampla maioria da imprensa alternativa, optando por ficar com os menos influentes, chutou a bunda de todos os deputados estaduais que estiveram engajados na sua campanha para evitar as ciumeiras do irmão Fernando Braide, que postula com um saco grande uma vaga na Assembleia Legislativa, se isolou dos vereadores, ao ponto de não ter forças e nem simpatia para eleger a Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Isolado politicamente e dando demonstrações claras que nunca se preparou para exercer o cargo de prefeito da capital, Braide vive se lamentando pelas paredes, tentando enfrentar greves por cima de greves.

Chegou ao ridículo de contratar as emissoras de TVs para tentar desqualificar a greve justa dos professores e forçar os explorados membros do magistério para encerrar o movimento paredista. E, agora, usa sua imprensa agachada para atacar a imprensa livre e sair como vítima, inclusive com a falsa invenção de tirá-lo do cargo, que nunca deveria ocupar para o bem da população.