São Luís/MA – “Não é hora de tornar mais rígido e nem de aumentar flexibilização”, diz Flávio Dino

Como acontece todas as sextas-feiras, o governador do Maranhão, Flávio Dino, realizou hoje (9) entrevista coletiva para falar sobre o panorama e ações realizadas pelo Governo do Estado em relação aos prejuízos e os resultados do combate a Covid-19 no Maranhão.

O governador não adicionou medidas restritivas e prorrogou a que está em vigor até a próxima sexta-feira (16), exceto as igrejas, que só podem funcionar, de acordo com o STF, com 25% da ocupação. O governador informou que na próxima semana, dependendo de uma nova determinação do STF, se reunirá com líderes religiosos.

De acordo com Flávio Dino, a taxa de transmissão da Covid-19 caiu de 1,18 para 0,98, e isso já é reflexo do fechamento total que houve no final do mês de março, nos dias 26, 27 e 28. “Estamos mantendo o que já está em vigor. Não é momento de tornar mais rígida e nem de flexibilização adicionais com as medidas”, destacou.

Novos leitos

O Governador informou que já foram instalados 983 leitos exclusivos para o combate contra com a Covid-19. Desse total, 626 foram leitos clínicos e 357 leitos de UTI. Flávio Dino destacou que além do aumento de leitos, o cumprimento dos protocolos de segurança pela população evitou o colapso da saúde pública no Maranhão. “Isso também é um resultado das medidas preventivas e governo e sociedade estão lutando juntos e na direção correta”, disse.

Vacina

O Maranhão recebeu até o dia 8 de abril 1,2 milhões de doses e foram distribuídas 1,1 milhão aos municípios. Porém, somente 656 mil doses foram aplicadas até o momento. Em relação as compras das vacinas Sputnik V, o Maranhão entrou com ação no STF para que determine e autorize o uso e importação da vacina.

“Estou engajado para ajudar a vacinação dos municípios do Maranhão com a ajuda de 650 profissionais de saúde. Já sobre a compra da vacina Sputnik, ou a Anvisa autoriza o uso ou o Supremo determina que o Governo Federal autorize a importação desse processo de compra, não para substituir, mas para ajudar o plano nacional de imunização para termos uma alternativa vacinal a mais”, finalizou.

ma10

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